July 16, 2016

E ele falou sobre Nietzsche, sobre a morte do pai, sobre sua razão de estar ali. Atrás da mesa de escritório velha. Arquivo enferrujado no canto. Para não esquecer o processo kafkiano da burocracia. Típico. Ambiente frio, um pouco sombrio, mas não tão pesado quanto eu esperava. Filosofamos sobre os acasos e o Super Homem. Naquele momento aprendi a engolir o choro. Não era embriaguez. Aprendi a captar mentalmente a essência da imagem. Em preto e branco. Com aroma, música e sabor. Espera! Isto foi muito antes de tudo acontecer. Já tive a oportunidade de ouvir a ópera das movimentações causadas pelos ventos, contemplar as estrelas horizontalmente no gramado e rodopiar com os braços abertos sem esbarrar em nada, nem em ninguém. O tempo agora não é real. Somente o encontro de informações que não posso mais racionalizar. O subconsciente faz o seu papel e trabalha a memória de uma maneira mais sábia. Assim, não existe começo, nem fim.

“Mas depois eles não explicam por que estão fazendo isso?”

U...

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