Eixo Arte 2017

March 30, 2017

“Para que conceituar se você pode tocar? ” Paula questiona – a ela e a nós -, em Carta ao meu marido, nossas concepções fechadas que buscam significado em todo ato, todo texto. Por que não evocar as sensações? Porque não sentir o outro em seu mais puro fluxo? Por que não? Desconstrói-se os conceitos pré-estabelecidos e um campo de possibilidades é aberto em que o indivíduo pode ser isto, isso, aquilo - planta animal, borracha, pó; pode ser outro. “Eu sou és tu”. Não há homem ou mulher, em sua travessia pelos conflitos e insegurança humana, o que há é a força da linguagem feminina, o diálogo com o outro, os modos de estar no mundo: como mostrar-me?

 

Bruna Freitas

 

 

Coletiva Eixo Arte 2017

Vídeo- performance Carta ao meu marido

Trabalho colaborativo de fotos vivas de Undressing com Marcelo Hallit

 

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O segundo dia

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