January 2, 2018

At Omnivoros and El Cuarto de Invitados, Madri.

For Go Ask My Mother.

with love,

PB

September 4, 2017

March 30, 2017

“Para que conceituar se você pode tocar? ” Paula questiona – a ela e a nós -, em Carta ao meu marido, nossas concepções fechadas que buscam significado em todo ato, todo texto. Por que não evocar as sensações? Porque não sentir o outro em seu mais puro fluxo? Por que não? Desconstrói-se os conceitos pré-estabelecidos e um campo de possibilidades é aberto em que o indivíduo pode ser isto, isso, aquilo - planta animal, borracha, pó; pode ser outro. “Eu sou és tu”. Não há homem ou mulher, em sua travessia pelos conflitos e insegurança humana, o que há é a força da linguagem feminina, o diálogo com o outro, os modos de estar no mundo: como mostrar-me?

Bruna Freitas

Coletiva Eixo Arte 2017

Vídeo- performance Carta ao meu marido

Trabalho colaborativo de fotos vivas de Undressing com Marcelo Hallit

March 9, 2017

 Paula, pele de porco e língua de boi. Foto: Bruno Vigna

Contemplar a impermanência. Optar pelo não ser. Eis a resolução.

Texto por Bruna Freitas:

"algo que emerge do humano, da parte viva que nos desloca, nos direciona sempre a um fim: ao portão da casa, a porta do escritório. como se o espaço fosse o interior disso que há de vivo e de tensão, de conflitos que englobam toda uma política social, questões éticas. essa saída da casa, rumo ao portão, seria então uma saída enquanto desistência, evasão; ou enquanto algo solucionado? a marginalidade das personagens, no canto, que olha de fora, que é central, mas que beira-ao-delírio, pois beira à descoberta, à catarse, ao êxtase, ao surto, ao encontrar a si defronte ao outro, na relação com esse outro que nos expõe e abre a fratura de onde expele a matéria amorfa, ponto de nossa alteridade (e fragilidade). ponto de afeto e conflito que nos joga do polo inicial, do "vagido primitivo" ao "silêncio fúnebre", ou, ainda, ao contrário – em um tempo s...

February 17, 2017

 Pele de porco.

December 16, 2016

130cmx30cmx40cm 

Pele de porco e madeira.

Detalhe

Pele de porco.

200cmx130x60cm 

Pele de porco, madeira e arame.

November 1, 2016

Látex e cobre

38cmx18cm

October 10, 2016

Texto publicado no Programa Público de Performance Península: Aceita.

August 16, 2016

É o som do caos invadindo a paz mental daquele quarto de sonhos incompletos. A limitação do ser enclausurado em seus próprios traumas. Que não pedem passagem, são turistas. Em alguns momentos, nômades. Na maioria das vezes, eternos hospedeiros. Sou uma casa muito engraçada. Com teto de vidro, paredes de isopor e chão de algodão-doce em meio a este vasto campo de estrelas cadentes. E não é sobre tristeza, é sobre permissão. Eu discorro sobre a força, apesar da estrutura fragilizada. É possível enfrentar o medo alegremente na escuridão, na solidão. Capturando a brisa fria que encolhe os membros. Tensiona os músculos, arrepia os pelos. É o corpo pronto. Fechado para simples espaços. Tendo sempre o cuidado para não chegar tão perto.

Trabalho do segundo dia para residência PPPP.

Foto: Denis Rodriguez

Corpo: Natalie Mirêdia

Galeria Península, Porto Alegre, RS.

July 16, 2016

E ele falou sobre Nietzsche, sobre a morte do pai, sobre sua razão de estar ali. Atrás da mesa de escritório velha. Arquivo enferrujado no canto. Para não esquecer o processo kafkiano da burocracia. Típico. Ambiente frio, um pouco sombrio, mas não tão pesado quanto eu esperava. Filosofamos sobre os acasos e o Super Homem. Naquele momento aprendi a engolir o choro. Não era embriaguez. Aprendi a captar mentalmente a essência da imagem. Em preto e branco. Com aroma, música e sabor. Espera! Isto foi muito antes de tudo acontecer. Já tive a oportunidade de ouvir a ópera das movimentações causadas pelos ventos, contemplar as estrelas horizontalmente no gramado e rodopiar com os braços abertos sem esbarrar em nada, nem em ninguém. O tempo agora não é real. Somente o encontro de informações que não posso mais racionalizar. O subconsciente faz o seu papel e trabalha a memória de uma maneira mais sábia. Assim, não existe começo, nem fim.

“Mas depois eles não explicam por que estão fazendo isso?”

U...

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